Cloe Fenix

Confeção de alimentos

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O que sabemos sobre a confeção de alimentos, sobre a indústria alimentar, empresas, restaurante, locais onde confecionam e servem comida. Com o quê, devemos ter atenção e cuidado? Que traços são deixados visíveis, que podem evitar o risco de uma intoxicação alimentar. Coisas banais, que fazem toda a diferença, principalmente quando se trata de pessoas doentes, ou sensíveis e que nos ignoramos. Ignoramos até mesmo nas nossas casas, onde os cuidados são poucos ou quase nenhuns. Quantos destes erros, nos cometemos constantemente, negligenciando o seu perigo?

O que é intoxicação alimentar

É uma reação do nosso corpo, a comida ou água contaminada durante o preparamento, manuseamento ou armazenamento dos alimentos. Os contaminantes mais comuns, são as bactérias, mas os alimentos também podem ser contaminados por vírus, toxinas ou parasitas. Os sintomas de uma intoxicação alimentar são, náuseas, fraqueza geral ou cansaço, dor de cabeça, dor abdominal e cólicas, vómitos abruptos, diarreia, desidratação e febre.

O aparecimento dos sintomas vária de caso para caso, não só pelo organismo de quem consome o alimento, bem como pelo tipo de contaminante e quantidade ingerida.

Nem sempre é possível determinar a causa exata dos sintomas, mas a persistência dos sintomas por mais de 48 horas, pode pedir uma análise mais minuciosa por parte do seu médico.

Regras e curiosidades, sobre a confeção de alimentos

Quando se trata de regras alimentares, podemos enumerar tanto normas, como códigos alimentares, todos com o mesmo objetivo, tronar os alimentos seguros. Claro que ainda muitas áreas ou alimentos, que não estão protegidos por elas, principalmente no que se trata ao armazenamento e distribuição.

A certificação HACCP é obrigatória, em qualquer estabelecimento que manuseia, confeciona ou serve alimentos.

HACCP – Hazard Analysis and Critical Point ou Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos.

Este tem como principal fator, manter um registo escrito de todos os pontos críticos que afetam os alimentos. Tais como as temperaturas de confeção, armazenamento e atmosférico. Registos de DLC’s, data limite de consumo, nestes casos DLC’s primarias, atribuídas pelos fornecedores e não DLC’s secundárias atribuídas pelos estabelecimentos (Produtos confecionados ou abertos). E também o rastreio dos alimentos, a fim de se poder detetar um lote que sofreu algum tipo de problema. “Do prado, até ao prato.” O sistema de rastreio dos alimentos, permite controlar todos os alimentos, desde a sua origem até ao momento que chega ao prato dos consumidores.

Existem também normas e regras, no que implica não só no manuseamento e confeção dos alimentos, tais como no edifício onde estás estão a ser realizadas.

Curiosidades

As boas praticas de manipulação de alimentos, não o protegem só a si, como também a todos os seus familiares, amigos e clientes. Principalmente, porque a alimentação é um dos principais fatores, para o bem-estar.