Diferenciar o texto dos diálogos

Outro erro bastante comum de um escritor amador, é não diferenciar o texto dos diálogos das personagens. Tudo bem que um livro quando é escrito por um narrador, é facilmente percetível o que é diálogo, do que é uma narrativa. No entanto, o leitor gosta sempre de ver esses campos implícitos, para não haver dúvidas. Para além de ser visualmente agradável, manter os dois campos diferenciados. Ajuda no momento da leitura e liberta o leitor da monotonia de tanto texto, de tanta narrativa.

Qual é a maneira mais correta de separar a narrativa do diálogo?

Não existe a forma certa e a forma errada para o falar, deste que seja claro para o leitor, mesmo sem estar a ler o livro apenas a foleá-lo que ali existe claramente uma fala. Da mesma forma que o pensamento da personagem, também deve ser separado do mesmo.

O método mais comum de indicar o início de uma fala é o travessão (—), separando o início e o final de um pensamento no diálogo, pelo sinal de menos (-). No entanto, este é apenas um dos métodos usados. A escolha vária de autor para autor, mas sobretudo entre os diversos tipos de obras. Pois a forma de escrita e apresentação deve-se sempre adequar não só ao tema da obra como também ao tipo. Uma vez que a forma de apresentar um roteiro, não é a mesma forma de apresentar uma obra literária.

Tudo o que um leitor em início de carreira não quer, é perder a atenção do seu publico, através de erros básicos. Erros esses que podem facilmente, ser corrigidos pela forma de apresentação e disposição do texto na obra.

O que mais lhe irrita na hora de ler?

O que lhe confunde, ou o cansa quando lê?

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